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Curitiba, 11 de dezembro de 2018
   

Estudantes e professores trabalham na preservação de rio

12/03/2018
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Com um debate sobre a preservação do Rio Formosa, a Escola Municipal Papa João XXIII, no bairro Portão, mobiliza estudantes e professores para a etapa municipal da V Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, com o tema “Vamos Cuidar do Brasil Cuidando das Águas”.

Professores, estudantes e comunidade se reuniram com especialistas da área ambiental, nesta segunda-feira (12/03), para discutir o projeto “O rio que passa na nossa escola”, selecionado para esta fase municipal.

A temática vai fazer parte da programação do Fórum Mundial das Águas, que será realizado em Brasília, entre os dias 18 e 23 de março.

“A participação dos estudantes nesta ação tem como objetivo promover a reflexão e o desenvolvimento de estudos e pesquisas ambientais, além de estimular a proposição de ações que modifiquem a cultura da sociedade com relação à poluição dos rios”, explica o professor de geografia Wladimir Trevisani.

Pesquisa

O Rio Formosa, um dos afluentes do Rio Barigui, que passa canalizado pelo pátio externo da escola, é o principal objeto de pesquisa dos alunos da unidade. “Eles já pesquisaram o histórico do rio, observaram imagens, coletaram água, buscaram informações sobre as condições ambientais e físicas das margens e agora buscam disseminar a pesquisa e as ações necessárias para que a comunidade contribua com ações de preservação”, conta o professor.

Durante a conferência, os estudantes também tiveram a oportunidade de conhecer o serviço realizado em Curitiba pela Fundação de Ação Social (FAS) em casos de inundações e atendimento aos desabrigados.

Outras questões tratadas foram a prevenção e combate a incêndios florestais, cuidados com o saneamento básico, ocupação do solo em área urbana e crimes ambientais.

Onde começa o problema?

Mau cheiro, alagamentos e proliferação de insetos são fatores que evidenciam a poluição dos rios. O estudante Pedro Joaquim dos Santos, 11 anos, afirma que o lixo jogado na rua agrava o problema.  “Os dejetos jogados em vias públicas por algumas pessoas vão para o sistema de drenagem pluvial e podem entupir dutos e canalizações, assorear cursos d’água e contribuir para inundações. Está na hora de termos atitudes mais conscientes e responsáveis”, analisa o garoto.

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